quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Procon autua estacionamentos que alteraram valores em eventos no Morumbi

Sete estacionamentos foram autuados pela Fundação Procon-SP por terem aumentado os valores cobrados aos usuários durante o show do cantor Eric Clapton, no estádio do Morumbi, e um jogo entre o Corinthians e o Botafogo, no estádio do Pacaembu, na capital paulista. Os eventos aconteceram em outubro do ano passado. As empresas autuadas responderão a processos administrativos e poderão receber multas que variam de R$ 400 a R$ 6 milhões.

Segundo o Procon, equipes de fiscalização estiveram em 14 estacionamentos localizados no entorno das apresentações e, ao detectar aumento injustificado de valores e falta de informação adequada dos preços, notificou os estabelecimentos. As sete empresas que não se justificaram no prazo foram autuadas.

Os estacionamentos autuados foram: Esta Facil Com. e Estacionamento Autos, VG Estacionamento , Estacionamentos Trevo, Stop Bank Gerenciadora de Estacionamentos, ASA – Park Estacionamento, Rimet Park Estacionamentos e T. O. M. Administração de Estacionamentos.

O consumidor que tiver dúvidas ou quiser fazer uma reclamação, pode entrar em contato com a fundação pelo número de telefone 151 ou pessoalmente em algum dos locais de atendimento.

Empresas
A Estacionamentos Trevo informou que não havia sido notificada da autuação até a tarde desta terça-feira (10). Disse ainda que o aumento estava de acordo com o preço praticado na região onde atua, próximo ao estádio do Pacaembu, em dias de jogos, “inclusive pelos flanelinhas, que cobram mais caro e não pagam imposto, nem funcionário e seguro”.

A empresa Esta Facil Com. negou a informação do órgão e disse que apresentou suas justificativas ao Procon no prazo pedido.

A Stop Bank Gerenciadora de Estacionamentos foi contatada e informou que não irá se pronunciar para a imprensa. O G1 também tentou entrar em contato com a Asa Park Estacionamento, com a VG Estacionamento e com a Rimet Park Estacionamentos, mas ninguém foi encontrado.

Segundo a administração da T. O. M. Administração de Estacionamentos, a empresa não havia sido notificada até a tarde desta terça-feira. De acordo com a empresa, a autuação é infundada, pois o estacionamento, que funciona no Hospital São Luiz, é de uso exclusivo de pacientes e funcionários. Assim, é proibido estacionar veículos de pessoas que estejam indo para eventos na região. Sobre a variação de preços, a administração ainda informou que a tabela de custos é sempre igual.A empresa foi autuada pelo Procom por não fornecer informações adequadas sobre os preços para os clientes.

Fonte: G1

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Nova ponte entre Morumbi e Santo Amaro terá ciclovia até o Parque Burle Marx

A Ponte Maynard, que levará motoristas da região do bairro Santo Amaro ao bairro do Morumbi, na zona sul de SP, vai receber uma ciclovia de 365 metros de extensão. De acordo com a SP Obras, o projeto foi alterado para levar os ciclistas diretamente ao Parque Burle Marx.

“Ainda estamos estudando como será feita essa ligação, mas, possivelmente, faremos uma alça extra”, diz Pedro Pereira Evangelista, diretor de desenvolvimento de projetos da empresa. Segundo ele, a obra ainda permitirá que, futuramente, sejam feitos acessos à ciclovia existente na Marginal do Pinheiros, que corre paralela à linha de trem.

Pelo projeto, a ciclovia começará na Rua Laguna, que será uma travessa da nova Chucri Zaidan. As bicicletas dividirão espaço com pedestres, em uma área com 6 metros de largura, ao longo dos 365 metros.

A Ponte Itapaiúna ficará mais próxima da Avenida João Dias e terá 340 metros de extensão. Ambas terão três faixas e serão construídas da forma tradicional – ou seja, não serão estaiadas, como a Ponte Octavio Frias de Oliveira, sobre o Rio Pinheiros, e a Governador Orestes Quércia, no Rio Tietê. “Não é possível, em função da curvatura das obras.” O custo estimado das pontes é de R$ 104 milhões.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

UFC no Morumbi pode depender de vitória de Chael Sonnen

Desde o final de 2011, rumores sobre um possível evento do UFC no estádio do Morumbi no primeiro semestre desse ano ganham força e apontam para dois duelos de tirar o fôlego dos fãs brasileiros: a revanche entre Vitor Belfort e Wanderlei Silva, e a disputa do cinturão dos pesos médios (84 kg), que pertence a Anderson Silva.

Maior ícone do esporte no mundo, o brasileiro poderá ter pela frente nesta data um velho conhecido, o americano Chael Sonnen, com quem protagonizou sua mais difícil luta no octógono em agosto de 2010, quando apanhou por 30 minutos e só conquistou a vitória no último round.

E falta pouco para o confronto ser reeditado. Resta “apenas” que o fanfarrão vença o compatriota Mark Muñoz no UFC on Fox 2, no dia 28 de janeiro, e se credencie para tentar quebrar o reinado mais longo do principal evento de MMA do mundo.

O curioso, porém, é que a presença de Sonnen pode ser fundamental para que a histórica edição ocorra em um estádio de futebol devido ao apelo midiático do fanfarrão, fator que ajudaria a promover o combate e seria capaz de levar mais de 50 mil fãs ao estádio.

Isso ficou mais evidente durante a entrevista do presidente do UFC, Dana White, ao site MMA Junkie nesta terça (10), que se referiu à disputa como o grande duelo do momento.

- Vamos ver o que acontece. Estamos falando sobre realizar a grande luta – obviamente, se o Sonnen enfrentar o Anderson será um duelo grande. Pessoas de todo o mundo vão querer ver. Essa luta, se acontecer, deve ser no Brasil e provavelmente em um estádio de futebol.

O histórico de rivalidades entre Sonnen e diversos atletas nacionais, como Anderson Silva, Lyoto Machida, Wanderlei Silva e Antônio Pezão seria o catalisador perfeito atrair a atenção do público, fator que estaria em risco caso o escalado para o combate principal do evento fosse Mark Muñoz, atleta desconhecido entre os fãs brasileiros.

TUF Brasil

Com início programado para março, o reality show do UFC trará os veteranos Wanderlei Silva e Vitor Belfort como treinadores do programa e, como de costume, promoverá o confronto entre os mesmos 12 semanas após o início, ou seja, na data em que o Spider colocará seu cinturão em jogo pela décima vez.

Curiosamente, este duelo foi o mais aguardado pelos fãs em 1998, na primeira edição do UFC no Brasil que ocorreu no ginásio do Canindé, na zona norte de São Paulo. Na ocasião, Vitor Belfort não tomou conhecimento do rival e o nocauteou em apenas 40 segundos do primeiro round.

Fonte: R7

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

São Paulo vai ao Rio negociar Morumbi para o UFC

Em mais uma etapa das negociações para a realização do evento no estádio do Morumbi, em junho, o UFC convidou ontem o São Paulo para ver de perto a edição carioca, que será realizada sábado. Roberto Natel, vice-presidente social e de esportes amadores, vai representar o clube. É ele quem está negociando o aluguel do estádio desde o início das tratativas. “Vou porque quero ver como é a estrutura”, explica o dirigente, que já passou o preço do aluguel por 15 dias, tempo necessário para montagem e desmontagem dos equipamentos.

Roberto Natel mantém em sigilo os valores que serão cobrados, mas quando recebe um show o São Paulo costuma tirar R$ 1,2 milhão líquido por um período de cerca de dez dias de uso. “Vamos negociar porque é uma data um pouco mais longa que eles precisam”, diz.

Além do aluguel do estádio, o UFC se encarregará de toda a estrutura extra necessária, como a cobertura para o octógono. “Eles querem fazer uma arquibancada lateral na pista de atletismo, de três fileiras de cadeiras. Será provisória, para que o torcedor fique mais perto”, revela. A expectativa é que o público ultrapasse 70 mil pessoas e bata o recorde de 55 mil do UFC 129, no Canadá. “São 67 mil torcedores nas arquibancadas e é possível colocar 15 mil no gramado.”

O dirigente afirma que o clube quer receber a edição paulista do UFC, que terá a final do The Ultimate Fighter, reality show que será exibido pela TV Globo, e o combate entre Vitor Belfort e Wanderlei Silva. “Temos muito interesse que o UFC venha para o Morumbi. Mas precisa ser economicamente viável”, explica.

No Rio, no primeiro dia ele observará como é construído o evento na Arena HSBC. No outro, verá as lutas da noite. “Meu filho gosta. No meu caso, é a primeira vez que vou ver. Preciso ter essa noção para poder sentar e discutir. Queremos que seja um evento de sucesso”, conclui.

Fonte: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Casa da Fazenda do Morumbi homenageia os PF’s paulistanos

Em homenagem aos 458 anos da cidade de São Paulo, a Casa da Fazenda do Morumbi promove, de 10 a 31 de janeiro, o “Festival de Clássicos Paulistanos”. Com cardápio de menu completo (entrada + prato principal + sobremesa) ao preço de R$ 70 por pessoa, a ação é uma homenagem aos pratos que ajudaram a fazer a história do paulistano ao longo desses anos.

O chef Ivan Achcar inspirou-se nos variados PF’s, famosos dos almoços nos bares, botequins e restaurantes para montar o menu de aniversário, que traz Virado a Paulista, Picadinho, Bife a Role, Feijoada, Macarronada com frango, Bife a Parmegiana, Comercial (Arroz, Feijão, Ovo Frito, Bife Acebolado e Fritas), Moqueca do Jeito Paulistano, Filé de Pescada com Molho de Camarão, Dobradinha, Língua de Boi,Rabada com Polenta e Fígado Acebolado.

O cardápio também tem variadas entradas, como Cuscuz Paulista, Salada Mista e Salada da Casa. Já as sobremesas ficam por conta do Pudim de Leite, do Quindim, Brigadeiro e do Bolo Nega Maluca. A Casa da Fazenda fica na Avenida Morumbi, 5594 – Bairro Morumbi. Mais informações pelo fone 3742-2810.

Fonte: Planeta Morumbi

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Morumbi: Prefeitura de SP assina contrato para extensão da Chucri Zaidan

A Prefeitura de São Paulo divulgou na quarta-feira (4) no Diário Oficial a assinatura do contrato com a construtora Consórcio Panamby para realização das obras e serviços do prolongamento da Avenida Chucri Zaidan até a Avenida João Dias, na Zona Sul de SP.

O projeto prevê a  implantação do Complexo Viário Burle Marx de acesso à Avenida Helena Pereira de Moraes, através de ponte sobre o Rio Pinheiros. A obra está orçada em R$ 324,5 milhões e deve ser realizada em 24 meses a partir da primeira ordem de serviço.  A SP Obras informa que aguarda o licenciamento ambiental para dar início à obra.

O prolongamento da avenida Chucri Zaidan terá extensão total de 3,42 km, incluindo abertura de via, adequações de trechos existentes e a implantação de um trecho de vias sobrepostas, que contará com aproximadamente um quilômetro.

A ponte sobre o Rio Pinheiros terá duas pistas, que atenderão aos dois sentidos, conectando o bairro do Morumbi ao Jardim Santo Antônio. O projeto da ponte teve como diretriz respeitar os limites do Parque Burle Marx, sem que fossem atingidos ou comprometidos sua vegetação e acessos, com implantação envolvendo apenas áreas particulares.

De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental da obra, o prolongamento da avenida Doutor Chucri Zaidan contempla um trecho com vias sobrepostas entre as ruas Rua Alexandre Dumas e Praça Embaixador Ciro Freitas Vale. Neste trecho a via inferior, em túnel, receberá o tráfego expresso, de passagem, enquanto a via em superfície receberá o tráfego local e o sistema de transporte público.

Alteração em 2011
A lei 15.416, sancionada em julho de 2011, que modifica parcialmente as obras previstas na lei 13.260, de 2001, que instituiu a Operação Urbana Água Espraiada, prevê prolongamento da Avenida Dr. Chucri Zaidan até a Rua da Paz; alargamento da Rua José Guerra, entre as ruas da Paz e Fernandes Moreira; alargamento das ruas José Guerra e Professor Manoelito de Ornelas, entre a Rua Fernandes Moreira e a Avenida Alfredo Egídio de Souza Aranha; alargamento da Rua Luís Seraphico Júnior, desde a Praça Embaixador Ciro de Freitas Vale até a Avenida Professor Alceu Maynard Araújo; abertura de via entre a Avenida Professor Alceu Maynard Araújo e a Rua Ferreira do Alentejo; alargamento da Rua Laguna, desde a Rua Ferreira do Alentejo até a Avenida João Dias; execução de túnel sob a Rua José Guerra, no trecho entre as proximidades das ruas Antonio das Chagas e Dr. Aramis Ataíde; e execução de ponte entre as Pontes do Morumbi e João Dias bem como sua ligação viária até o prolongamento da Avenida Dr Chucri Zaidan.

Fonte: G1

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

No Morumbi, Paraisópolis ainda sofre com problemas de infraestrutura

A pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quarta-feira (21) revela que Paraisópolis é a favela com o maior número de habitantes em São Paulo, com 42,8 mil moradores em mais de 13 mil domicílios ocupados. Heliópolis aparece com 41,1 mil moradores em 12,1 mil domicílios. Apesar de obras de urbanização estarem em curso, algumas pessoas que vivem em Paraisópolis, localizada no bairro Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, ainda sofrem com falta de rede de esgoto e de energia elétrica.

Enquanto 94,7% dos domicílios em áreas regulares de São Paulo têm esgotamento sanitário adequado, apenas 68,4% dos domicílios nos aglomerados subnormais (favelas e similares, segundo definição do IBGE) apresentam o serviço de maneira apropriada. Moradora de Paraisópolis há 40 anos, a ajudante Cecília Maria da Conceição, de 54 anos, diz que o esgoto de sua casa é jogado diretamente em um córrego que passa em frente ao imóvel. “Fica um cheiro horrível”, reclama.

A casa tem um muro para conter a entrada da água. “Qualquer chuva que dá, enche aqui”, conta. Cecília diz que está com um problema na perna direita provocado pelo contato com a água suja. “O médico disse que tive sorte de não ter perdido a perna”, afirma. Ela vive na residência com o marido, cinco filhos e o neto e diz que coloca as crianças no alto da beliche quando chove muito. “Eu queria sair dessa casa, mas da comunidade, não.”

O presidente da União dos Moradores de Paraisópolis, Gilson Rodrigues, diz que ainda há problemas em algumas áreas básicas. “Tem problema de infraestrutura, mas a gente acha que, com o avanço da urbanização, vai resolver”, afirma, acrescentando que há investimentos nas esferas municipal, estadual e federal na região para solucionar as questões. “Saneamento é um problema grande, mas a gente vê que será resolvido.”

Segundo a Sabesp, o total de investimentos na criação de redes de esgotos entre 2008 e 2011 em Paraisópolis foi de R$ 8,7 milhões. O valor faz parte do programa de reurbanização da favela. Até 2012, o programa prevê um investimento total de R$ 16 milhões na criação de 36 km de novas redes de esgoto – incluindo o montante já gasto entre 2008 e 2011.

Ligação clandestina
A energia elétrica chega à residência da dona de casa Graziela Maria da Silva, de 26 anos, em Paraisópolis, por meio do chamado “gato”, uma ligação clandestina. “É tudo gato. O poste fica lá atrás. Quando chove, cai um fio lá e pega fogo em quase tudo. É horrível. Às vezes não tem ninguém para consertar e a gente fica muito tempo sem luz. Já fiquei dois meses”, lembra. A solução é colocar os mantimentos na geladeira dos vizinhos e viver no escuro. A pesquisa do IBGE mostra que, em São Paulo, 87,6% dos domicílios em áreas regulares têm energia elétrica adequada, contra 65,9% nos aglomerados subnormais.

Graziela conta que já perdeu aparelhos eletrônicos por causa da ligação irregular e teme pela segurança. “Há vezes que junta um fio no outro e pega fogo. Esses dias, senti cheiro de queimado e vi o fogo perto da minha janela”, conta. A mãe de três filhos afirma que prefere que essa situação seja regularizada. “Se fosse para pagar, a gente pagava sossegado”, garante ela, que tem ligação de água e esgoto em sua residência.

O presidente da União dos Moradores diz que já existe um projeto grande da Eletropaulo para regularizar essa situação na comunidade. Segundo a empresa, o programa de Transformação de Consumidores em Clientes visa a regularização de ligações em comunidades de baixa renda. Dentro deste programa, foram distribuídos recentemente em Paraisópolis chuveiros econômicos para reduzir o valor da fatura das famílias.

Dados da pesquisa
O IBGE diz em seu estudo que, em São Paulo, há predomínio de áreas com aglomerados subnormais de pequeno porte. Os maiores são Paraisópolis (com 13.071 domicílios ocupados) e Heliópolis (com 12.105 domicílios ocupados). Em geral, as favelas são distantes da região central e se localizam, principalmente, nas regiões Sul, Norte – junto à Serra da Cantareira – e próximas aos limites com os municípios de Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos e Mauá.

O presidente da União dos Moradores de Paraisópolis acredita, no entanto, que o número de habitantes da favela pode ser bem maior. Ele cita que, em um cadastro realizado entre 2004 e 2005, havia cerca de 17 mil domicílios. “O número de casas tem aumentado”, afirma. A favela ocupa, segundo a associação, uma área de 1 milhão de metros quadrados.

Gilson Rodrigues afirma que os dois principais problemas da comunidade são saúde e educação. “Precisamos que seja construído um hospital aqui. Se tivesse um hospital em Paraisópolis, salvaria muitas vidas”, diz ele, acrescentando que as ambulâncias também têm dificuldade para chegar à favela. O presidente da associação também pede mais equipamentos públicos para educação. “Temos quase 5 mil crianças fora da escola.”

A perspectiva dele para o futuro de Paraisópolis é positiva. “Tem muita coisa planejada até 2014, então é ver se a urbanização será concluída e garantir que a favela possa se transformar em um bairro. A gente está criando esse conceito de uma nova comunidade.”

Fonte: G1

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Primeiro show de Roger Waters no Morumbi tem data alterada

A primeira apresentação de Roger Waters em São Paulo, no estádio do Morumbi, teve data alterada. O show acontece no dia 3 de abril de 2012 (terça-feira), em vez de  31 de março de 2012 (sábado). A previsão de início é 21h. As demais apresentações da turnê The Wall – Live permanecem inalteradas.

O ex-Pink Floyd irá tocar em 25 de março em Porto Alegre (Beira Rio), 29 no Rio (Engenhão); e 1º e 3 de abril em São Paulo (Morumbi).

Em Porto Alegre, as entradas custam R$ 500 (pista prime), R$ 240 (pista), R$ 280 (cadeira coberta) e R$ 180 (cadeira descoberta). No Rio, os preços variam entre R$ 600 (pista prime), R$ 250 (pista), R$ 300 (inferior leste e oeste), R$ 180 (superior leste e oeste).

Em São Paulo, os valores são R$ 900 (setor prime), R$ 750 (setor vip A, B e C), R$ 650 (setor 1, lateral A e B), R$ 550 (setor 2), R$ 500 (setor 3), R$ 450 (setor 4), R$ 300 (inferior A e B), R$ 180 (PNEs), R$ 450 (superior premium e laranja), R$ 200 (arquibancada azul), R$ 180 (arquibancada laranja), R$ 200 (arquibancada vermelha) e R$ 240 (arquibancada especial).

Fonte: G1

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

São Paulo diz que não haverá dinheiro público no Morumbi

O assessor da presidência do São Paulo e responsável por cuidar do projeto da cobertura do estádio do Morumbi, Francisco Manssur, fez questão de ressaltar que toda a obra não terá ajuda financeira do Estado ou da prefeitura. “Não queremos favor. Queremos as aprovações para um equipamento que é usado 55 vezes por ano. Não queremos nem um tostão do dinheiro público. Já temos todo o projeto para viabilizar a obra.”

Manssur afirmou que a reforma deve durar 18 meses e não há previsão de fechar o Morumbi por um longo período. “No pior cenário, o estádio ficaria com capacidade para 25 mil pessoas em alguns períodos. E a elevação da cobertura, que é quando o estádio precisa ficar fechado, queremos que seja feita durante o recesso da temporada.”

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, jogou a responsabilidade pelo início da colocação da cobertura e do hotel anexo ao estádio nas mãos do poder público. E recebeu como resposta o comprometimento do prefeito Gilberto Kassab. Juvenal disse que se as alterações necessárias na lei de zoneamento forem aprovadas, o clube e a empreiteira Andrade Gutierrez têm condições de começar a obra rapidamente.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Prefeitura de SP terá que mudar lei para construção de hotel no Morumbi

Foi lançada nesta terça-feira (20) a parceria para a construção da cobertura do estádio do Morumbi, um sonho do São Paulo Futebol Clube que agora vai sair do papel. Além da cobertura, será construído um hotel na região. A Prefeitura de São Paulo, no entanto, terá que fazer mudanças na lei de zoneamento para permitir a construção numa área residencial.

“Eu acredito que haverá necessidade, sim. Isso será debatido internamente e será encaminhado à Câmara Municipal algum ajuste na lei de zoneamento. É muito possível”, afirma o prefeito Gliberto Kassab.

O governador Geraldo Alckmin e o prefeito participaram da solenidade no salão nobre do São Paulo. O clube e a construtora que vai modernizar o estádio assinaram o acordo para a construção de uma cobertura transparente, um hotel com um centro de convenções, um novo museu para o clube e uma arena de 25 mil lugares.

O clube não arcará com os custos. A construtora vai bancar a obra em troca de participação nos lucros dos eventos na arena e do hotel. A obra deve ficar pronta no primeiro semestre de 2013.

Fonte: G1


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