segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Casa da Fazenda do Morumbi homenageia os PF’s paulistanos

Em homenagem aos 458 anos da cidade de São Paulo, a Casa da Fazenda do Morumbi promove, de 10 a 31 de janeiro, o “Festival de Clássicos Paulistanos”. Com cardápio de menu completo (entrada + prato principal + sobremesa) ao preço de R$ 70 por pessoa, a ação é uma homenagem aos pratos que ajudaram a fazer a história do paulistano ao longo desses anos.

O chef Ivan Achcar inspirou-se nos variados PF’s, famosos dos almoços nos bares, botequins e restaurantes para montar o menu de aniversário, que traz Virado a Paulista, Picadinho, Bife a Role, Feijoada, Macarronada com frango, Bife a Parmegiana, Comercial (Arroz, Feijão, Ovo Frito, Bife Acebolado e Fritas), Moqueca do Jeito Paulistano, Filé de Pescada com Molho de Camarão, Dobradinha, Língua de Boi,Rabada com Polenta e Fígado Acebolado.

O cardápio também tem variadas entradas, como Cuscuz Paulista, Salada Mista e Salada da Casa. Já as sobremesas ficam por conta do Pudim de Leite, do Quindim, Brigadeiro e do Bolo Nega Maluca. A Casa da Fazenda fica na Avenida Morumbi, 5594 – Bairro Morumbi. Mais informações pelo fone 3742-2810.

Fonte: Planeta Morumbi

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Morumbi: Prefeitura de SP assina contrato para extensão da Chucri Zaidan

A Prefeitura de São Paulo divulgou na quarta-feira (4) no Diário Oficial a assinatura do contrato com a construtora Consórcio Panamby para realização das obras e serviços do prolongamento da Avenida Chucri Zaidan até a Avenida João Dias, na Zona Sul de SP.

O projeto prevê a  implantação do Complexo Viário Burle Marx de acesso à Avenida Helena Pereira de Moraes, através de ponte sobre o Rio Pinheiros. A obra está orçada em R$ 324,5 milhões e deve ser realizada em 24 meses a partir da primeira ordem de serviço.  A SP Obras informa que aguarda o licenciamento ambiental para dar início à obra.

O prolongamento da avenida Chucri Zaidan terá extensão total de 3,42 km, incluindo abertura de via, adequações de trechos existentes e a implantação de um trecho de vias sobrepostas, que contará com aproximadamente um quilômetro.

A ponte sobre o Rio Pinheiros terá duas pistas, que atenderão aos dois sentidos, conectando o bairro do Morumbi ao Jardim Santo Antônio. O projeto da ponte teve como diretriz respeitar os limites do Parque Burle Marx, sem que fossem atingidos ou comprometidos sua vegetação e acessos, com implantação envolvendo apenas áreas particulares.

De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental da obra, o prolongamento da avenida Doutor Chucri Zaidan contempla um trecho com vias sobrepostas entre as ruas Rua Alexandre Dumas e Praça Embaixador Ciro Freitas Vale. Neste trecho a via inferior, em túnel, receberá o tráfego expresso, de passagem, enquanto a via em superfície receberá o tráfego local e o sistema de transporte público.

Alteração em 2011
A lei 15.416, sancionada em julho de 2011, que modifica parcialmente as obras previstas na lei 13.260, de 2001, que instituiu a Operação Urbana Água Espraiada, prevê prolongamento da Avenida Dr. Chucri Zaidan até a Rua da Paz; alargamento da Rua José Guerra, entre as ruas da Paz e Fernandes Moreira; alargamento das ruas José Guerra e Professor Manoelito de Ornelas, entre a Rua Fernandes Moreira e a Avenida Alfredo Egídio de Souza Aranha; alargamento da Rua Luís Seraphico Júnior, desde a Praça Embaixador Ciro de Freitas Vale até a Avenida Professor Alceu Maynard Araújo; abertura de via entre a Avenida Professor Alceu Maynard Araújo e a Rua Ferreira do Alentejo; alargamento da Rua Laguna, desde a Rua Ferreira do Alentejo até a Avenida João Dias; execução de túnel sob a Rua José Guerra, no trecho entre as proximidades das ruas Antonio das Chagas e Dr. Aramis Ataíde; e execução de ponte entre as Pontes do Morumbi e João Dias bem como sua ligação viária até o prolongamento da Avenida Dr Chucri Zaidan.

Fonte: G1

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

No Morumbi, Paraisópolis ainda sofre com problemas de infraestrutura

A pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quarta-feira (21) revela que Paraisópolis é a favela com o maior número de habitantes em São Paulo, com 42,8 mil moradores em mais de 13 mil domicílios ocupados. Heliópolis aparece com 41,1 mil moradores em 12,1 mil domicílios. Apesar de obras de urbanização estarem em curso, algumas pessoas que vivem em Paraisópolis, localizada no bairro Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, ainda sofrem com falta de rede de esgoto e de energia elétrica.

Enquanto 94,7% dos domicílios em áreas regulares de São Paulo têm esgotamento sanitário adequado, apenas 68,4% dos domicílios nos aglomerados subnormais (favelas e similares, segundo definição do IBGE) apresentam o serviço de maneira apropriada. Moradora de Paraisópolis há 40 anos, a ajudante Cecília Maria da Conceição, de 54 anos, diz que o esgoto de sua casa é jogado diretamente em um córrego que passa em frente ao imóvel. “Fica um cheiro horrível”, reclama.

A casa tem um muro para conter a entrada da água. “Qualquer chuva que dá, enche aqui”, conta. Cecília diz que está com um problema na perna direita provocado pelo contato com a água suja. “O médico disse que tive sorte de não ter perdido a perna”, afirma. Ela vive na residência com o marido, cinco filhos e o neto e diz que coloca as crianças no alto da beliche quando chove muito. “Eu queria sair dessa casa, mas da comunidade, não.”

O presidente da União dos Moradores de Paraisópolis, Gilson Rodrigues, diz que ainda há problemas em algumas áreas básicas. “Tem problema de infraestrutura, mas a gente acha que, com o avanço da urbanização, vai resolver”, afirma, acrescentando que há investimentos nas esferas municipal, estadual e federal na região para solucionar as questões. “Saneamento é um problema grande, mas a gente vê que será resolvido.”

Segundo a Sabesp, o total de investimentos na criação de redes de esgotos entre 2008 e 2011 em Paraisópolis foi de R$ 8,7 milhões. O valor faz parte do programa de reurbanização da favela. Até 2012, o programa prevê um investimento total de R$ 16 milhões na criação de 36 km de novas redes de esgoto – incluindo o montante já gasto entre 2008 e 2011.

Ligação clandestina
A energia elétrica chega à residência da dona de casa Graziela Maria da Silva, de 26 anos, em Paraisópolis, por meio do chamado “gato”, uma ligação clandestina. “É tudo gato. O poste fica lá atrás. Quando chove, cai um fio lá e pega fogo em quase tudo. É horrível. Às vezes não tem ninguém para consertar e a gente fica muito tempo sem luz. Já fiquei dois meses”, lembra. A solução é colocar os mantimentos na geladeira dos vizinhos e viver no escuro. A pesquisa do IBGE mostra que, em São Paulo, 87,6% dos domicílios em áreas regulares têm energia elétrica adequada, contra 65,9% nos aglomerados subnormais.

Graziela conta que já perdeu aparelhos eletrônicos por causa da ligação irregular e teme pela segurança. “Há vezes que junta um fio no outro e pega fogo. Esses dias, senti cheiro de queimado e vi o fogo perto da minha janela”, conta. A mãe de três filhos afirma que prefere que essa situação seja regularizada. “Se fosse para pagar, a gente pagava sossegado”, garante ela, que tem ligação de água e esgoto em sua residência.

O presidente da União dos Moradores diz que já existe um projeto grande da Eletropaulo para regularizar essa situação na comunidade. Segundo a empresa, o programa de Transformação de Consumidores em Clientes visa a regularização de ligações em comunidades de baixa renda. Dentro deste programa, foram distribuídos recentemente em Paraisópolis chuveiros econômicos para reduzir o valor da fatura das famílias.

Dados da pesquisa
O IBGE diz em seu estudo que, em São Paulo, há predomínio de áreas com aglomerados subnormais de pequeno porte. Os maiores são Paraisópolis (com 13.071 domicílios ocupados) e Heliópolis (com 12.105 domicílios ocupados). Em geral, as favelas são distantes da região central e se localizam, principalmente, nas regiões Sul, Norte – junto à Serra da Cantareira – e próximas aos limites com os municípios de Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos e Mauá.

O presidente da União dos Moradores de Paraisópolis acredita, no entanto, que o número de habitantes da favela pode ser bem maior. Ele cita que, em um cadastro realizado entre 2004 e 2005, havia cerca de 17 mil domicílios. “O número de casas tem aumentado”, afirma. A favela ocupa, segundo a associação, uma área de 1 milhão de metros quadrados.

Gilson Rodrigues afirma que os dois principais problemas da comunidade são saúde e educação. “Precisamos que seja construído um hospital aqui. Se tivesse um hospital em Paraisópolis, salvaria muitas vidas”, diz ele, acrescentando que as ambulâncias também têm dificuldade para chegar à favela. O presidente da associação também pede mais equipamentos públicos para educação. “Temos quase 5 mil crianças fora da escola.”

A perspectiva dele para o futuro de Paraisópolis é positiva. “Tem muita coisa planejada até 2014, então é ver se a urbanização será concluída e garantir que a favela possa se transformar em um bairro. A gente está criando esse conceito de uma nova comunidade.”

Fonte: G1

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Primeiro show de Roger Waters no Morumbi tem data alterada

A primeira apresentação de Roger Waters em São Paulo, no estádio do Morumbi, teve data alterada. O show acontece no dia 3 de abril de 2012 (terça-feira), em vez de  31 de março de 2012 (sábado). A previsão de início é 21h. As demais apresentações da turnê The Wall – Live permanecem inalteradas.

O ex-Pink Floyd irá tocar em 25 de março em Porto Alegre (Beira Rio), 29 no Rio (Engenhão); e 1º e 3 de abril em São Paulo (Morumbi).

Em Porto Alegre, as entradas custam R$ 500 (pista prime), R$ 240 (pista), R$ 280 (cadeira coberta) e R$ 180 (cadeira descoberta). No Rio, os preços variam entre R$ 600 (pista prime), R$ 250 (pista), R$ 300 (inferior leste e oeste), R$ 180 (superior leste e oeste).

Em São Paulo, os valores são R$ 900 (setor prime), R$ 750 (setor vip A, B e C), R$ 650 (setor 1, lateral A e B), R$ 550 (setor 2), R$ 500 (setor 3), R$ 450 (setor 4), R$ 300 (inferior A e B), R$ 180 (PNEs), R$ 450 (superior premium e laranja), R$ 200 (arquibancada azul), R$ 180 (arquibancada laranja), R$ 200 (arquibancada vermelha) e R$ 240 (arquibancada especial).

Fonte: G1

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

São Paulo diz que não haverá dinheiro público no Morumbi

O assessor da presidência do São Paulo e responsável por cuidar do projeto da cobertura do estádio do Morumbi, Francisco Manssur, fez questão de ressaltar que toda a obra não terá ajuda financeira do Estado ou da prefeitura. “Não queremos favor. Queremos as aprovações para um equipamento que é usado 55 vezes por ano. Não queremos nem um tostão do dinheiro público. Já temos todo o projeto para viabilizar a obra.”

Manssur afirmou que a reforma deve durar 18 meses e não há previsão de fechar o Morumbi por um longo período. “No pior cenário, o estádio ficaria com capacidade para 25 mil pessoas em alguns períodos. E a elevação da cobertura, que é quando o estádio precisa ficar fechado, queremos que seja feita durante o recesso da temporada.”

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, jogou a responsabilidade pelo início da colocação da cobertura e do hotel anexo ao estádio nas mãos do poder público. E recebeu como resposta o comprometimento do prefeito Gilberto Kassab. Juvenal disse que se as alterações necessárias na lei de zoneamento forem aprovadas, o clube e a empreiteira Andrade Gutierrez têm condições de começar a obra rapidamente.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Prefeitura de SP terá que mudar lei para construção de hotel no Morumbi

Foi lançada nesta terça-feira (20) a parceria para a construção da cobertura do estádio do Morumbi, um sonho do São Paulo Futebol Clube que agora vai sair do papel. Além da cobertura, será construído um hotel na região. A Prefeitura de São Paulo, no entanto, terá que fazer mudanças na lei de zoneamento para permitir a construção numa área residencial.

“Eu acredito que haverá necessidade, sim. Isso será debatido internamente e será encaminhado à Câmara Municipal algum ajuste na lei de zoneamento. É muito possível”, afirma o prefeito Gliberto Kassab.

O governador Geraldo Alckmin e o prefeito participaram da solenidade no salão nobre do São Paulo. O clube e a construtora que vai modernizar o estádio assinaram o acordo para a construção de uma cobertura transparente, um hotel com um centro de convenções, um novo museu para o clube e uma arena de 25 mil lugares.

O clube não arcará com os custos. A construtora vai bancar a obra em troca de participação nos lucros dos eventos na arena e do hotel. A obra deve ficar pronta no primeiro semestre de 2013.

Fonte: G1

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

São Paulo formaliza acordo para cobrir o Morumbi

Em evento realizado na tarde desta terça-feira (20) no salão nobre do Morumbi, o São Paulo formalizou oficialmente o acordo que firmou com a empreiteira Andrade Gutierrez com o objetivo de realizar as obras de cobertura das arquibancadas do seu estádio. Além disso, o novo projeto de reforma prevê a construção de um hotel anexo e de uma arena multiuso, dentro do próprio Morumbi, para abrigar shows de médio porte, que poderiam receber até 25 mil pessoas.

A solenidade desta terça contou com a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab, além do presidente são-paulino Juvenal Juvêncio e outros membros da diretoria do clube.

Alckmin e Kassab estiveram presentes ao evento principalmente pelo fato de que o São Paulo precisa que a prefeitura paulistana faça alterações na sua Lei de Zoneamento para que o hotel anexo ao Morumbi e a cobertura do estádio possam ser construídas. Kassab disse que irá lutar para ajudar o clube a ter sucesso para realização da obra, prevista para ficar pronta no primeiro semestre de 2013.

- Vou fazer o possível para ajudar. Não é uma questão de justiça, mas de necessidade. Eu me comprometo a mandar o projeto de lei para a Câmara, para permitir que a obra seja feita.

O prefeito negou que a ajuda ao São Paulo esteja ligada ao fato de a prefeitura ter concedido benefícios fiscais de R$ 420 milhões ao Corinthians para construção de seu estádio, palco do jogo de abertura da Copa de 2014.

Alckmin, por sua vez, destacou que em 24 meses o bairro Morumbi deverá ter, bem próximo ao estádio, na avenida João Jorge Saad, uma estação do metrô funcionando. O governador enfatizou que, ao término das obras de construção da linha 17, o local passará a ser de fácil acesso, diferentemente do que acontece atualmente.

Esta linha do metrô, a ouro, terá como uma de suas vantagens o fato de que dará acesso ao aeroporto de Congonhas.

- Aqui vai ser a melhor esquina da cidade. Cidades como São Paulo, que tem o serviço como forte, precisam de arenas como essa, para entretenimento.

Já Juvenal Juvêncio defendeu a construção da nova arena multiuso e fez uma crítica à atual Lei de Zoneamento de São Paulo, que o dirigente considera estar obsoleta.

- A lei está defasada, porque permite 55 decibéis de barulho, mas na (avenida) Giovanni Gronchi de dia já faz mais de 70.

Fonte: R7

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ingressos para 1º show de Roger Waters no Morumbi estão esgotados

Os ingressos para o primeiro show de Roger Waters no estádio do Morumbi (zona sul de São Paulo), em 31 de março de 2012, estão esgotados. As entradas custavam até R$ 900.

O ex-Pink Floyd realiza uma segunda apresentação em 1º de abril, no mesmo local. Os tickets estão disponíveis pelo site da Tickets for Fun, com preços que variam entre R$ 180 e R$ 450.

Para o segundo dia, ingressos para quatro setores também estão esgotados: pista prime, superior vermelha, inferior A e inferior B.

O músico ainda passa por Porto Alegre, em 25 de março, e pelo Rio de Janeiro, em 29 de março.

Fonte: Guia Folha

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Câmara aprova polêmico monotrilho do Morumbi

Apesar dos protestos de mais de 3 mil moradores, o bairro Morumbi, na zona sul de São Paulo, vai ganhar até o fim de 2013 uma linha elevada do metrô, mais conhecida como monotrilho. Na noite da última sexta (16), na última sessão do ano, vereadores aprovaram, por 48 votos a favor e 4 contra, a construção de uma nova avenida de 6,1 quilômetros no bairro, o que abre caminho para erguer as vigas da Linha 17-Ouro do Metrô.

Com 2,4 km, o último trecho da futura avenida vai atravessar a Rua Itapaiuna, que vai de Paraisópolis à Ponte João Dias. A ligação terá duas pistas de três faixas cada. Para o resto da Perimetral, como foi chamada na proposta, a previsão são duas pistas em cada sentido e canteiro central de 2 metros de largura, onde serão erguidos os postes do monotrilho.

A estimativa é de que será necessário remover casas de alto padrão em uma área superior a 18 campos de futebol entre a Praça Roberto Gomes Pedrosa, na frente do Estádio do Morumbi, e a Ponte João Dias, na Marginal do Pinheiros. Os moradores também reclamam que as desapropriações vão afetar área de mais de 120 casas. Eles chamam a obra de “novo minhocão” e dizem que as vigas elevadas vão ter um impacto urbanístico negativo sem precedentes. Estado e Prefeitura, porém, argumentam que a linha suprirá carência de transporte público para 80 mil moradores de Paraisópolis.

Os trens do metrô vão correr pelo alto no monotrilho. Por ser construído em vigas e pilares pré-moldados, o sistema ficará pronto em 24 meses, a partir de janeiro. A linha vai interligar o Aeroporto de Congonhas ao Estádio do Morumbi, o que facilitará o acesso ao maior estádio da capital. Atualmente, em dias de show, as pessoas com carros particulares demoram até duas horas para conseguir chegar à Marginal do Pinheiros. A capacidade máxima do monotrilho na zona sul será de 49 mil passageiros por hora, em cada sentido da linha, nos momentos de pico.

A Justiça já autorizou em julho o início das obras, que tem licença ambiental para o começo de 2012. Só faltava mesmo a autorização concedida ontem pelos vereadores paulistanos.

Revolta. “Agora vamos mover uma ação para anular essa votação indecente. A Câmara não consultou o bairro em nenhum momento, aprovou só para ganhar o voto dos moradores de Paraisópolis em ano eleitoral sem estimar a decadência urbanística que a obra pode causar”, disparou Marcela Takagi, farmacêutica de 36 anos, uma das signatárias da ação movida no início do ano por moradores, que acabou indeferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

O vereador Aurélio Miguel (PR), morador do bairro, votou contra a proposta. “Não houve nenhum debate do governo com os moradores. É uma vergonha o governo não dialogar com a população”, afirmou o parlamentar.

Mas a maioria dos partidos votou a favor da proposta. Outro projeto complementar ao monotrilho, que autoriza a abertura de novas ruas em Paraisópolis por onde a linha vai passar, também foi aprovado ontem em segunda discussão. “O povo de Paraisópolis necessitava de um transporte de massa com a qualidade do metrô”, acrescentou Marco Aurélio Cunha (PSD).

Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Morumbi coberto receberá maior UFC da história

A cidade de São Paulo será palco da maior edição da história do circuito de lutas UFC. O evento acontecerá em maio de 2012, em um Morumbi provisoriamente coberto, e terá capacidade para 60 mil espectadores.

A principal luta da noite será uma revanche entre Anderson Silva, atual campeão do peso médio, e o norte-americano Chael Sonnen. Eles se enfrentaram no UFC 117, no ano passado, e o brasileiro conseguiu uma finalização no último round após ter sido dominado em todo o confronto.

O revés precedeu uma série de provocações de Sonnen, que chegou a dizer que “invadiria a casa de Anderson Silva e daria um tapa na esposa dele”. Após muitas negativas, o brasileiro admitiu em novembro deste ano, em entrevista ao site norte-americano “SB Nation”, que voltaria a enfrentar o desafeto.

A única condição imposta por Silva para viabilizar a revanche foi ter o Brasil como palco. Sonnen havia pedido que a luta fosse marcada para o UFC 143, nos Estados Unidos.

Além do confronto entre Silva e Sonnen, o card do UFC no Morumbi terá um duelo entre os brasileiros Wanderlei Silva e Vitor Belfort. A disputa fará parte da primeira edição da versão local do reality show “The Ultimate Fighter”.

Membros da diretoria do UFC estiveram no estádio do Morumbi nesta semana para acertar os últimos detalhes do evento. O estádio receberá uma cobertura provisória para o UFC, e o anel inferior será coberto por arquibancadas móveis que irão até o campo.

Essas arquibancadas móveis serão um setor nobre, com acesso ao setor de camarotes corporativos do Morumbi. Também haverá cadeiras no nível do campo – o octógono ficará no centro do gramado.

Até o momento, o recorde de público em uma edição do UFC foi registrado no evento 129, em abril de 2011. As lutas ocorreram no Canadá, tiveram como protagonista o ídolo local Georges Saint-Pierre e venderam cerca de 55 mil entradas.

São Paulo já recebeu uma edição do UFC em 1998. O evento 17,5 do circuito de MMA foi o primeiro realizado no Brasil, teve como sede o ginásio do Canindé e como principal luta um duelo de pesos médios entre Wanderlei Silva e Vitor Belfort, que venceu em 44 segundos.

Fonte: UOL


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