quarta-feira, 10 de março de 2010

São Paulo pensa em Morumbi ‘ecológico’

Após analisar projetos de empresas de vários países, como Holanda, Japão e Estados Unidos, o São Paulo definiu que a alemã GMP também será responsável pela cobertura do Morumbi para a Copa do Mundo.

Embora os arquitetos já desenvolvam a planta e, no cronograma de obras enviado pelo clube à Fifa, o início esteja previsto para dezembro deste ano, o São Paulo ainda estuda adotar uma solução ecológica.

A ideia do Comitê do Morumbi é instalar placas solares na cobertura. O plano é ousado: abastecer toda a energia do estádio dessa forma.

O clube já entrou em contato com uma empresa espanhola que adotou tal prática no Estádio Santiago Bernabéu, do Real Madrid, e acredita na viabilização do plano de energia.

– Madri é a cidade europeia de maior claridade e é suficiente para abastecer o Bernabéu com sobras. São Paulo tem o triplo de luminosidade. Ou seja, haveria muita energia acumulada para o Morumbi mesmo com sequência de dias nublados – afirmou José Francisco Manssur.

A “sobra” no caso do estádio seria utilizada para abastecer a estação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), projetada para estar nas proximidades do Morumbi. De acordo com Manssur, com a economia de energia, o investimento (que pode ter ajuda extra do BNDES pela função ecológica) seria pago em três anos.

O comitê que coordena as obras do Morumbi garante que o estádio já está sendo reformulado para a Copa de 2014 desde o ano passado. Entre 25 de maio e 14 de outubro de 2009, o clube ligou a rede de esgoto do Morumbi com a rede coletora da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

Desde a inauguração do estádio, em 1960, o sistema utilizado não era o “oficial” do estado. Antes da reforma, muitos moradores da região reclamavam os dejetos atirados pelo clube em um córrego próximo à casa são-paulina.

No ano passado, a Sabesp autorizou a obra e deu as coordenadas para que o Tricolor pudesse realizá-la. O custo aos cofres do clube foi de aproximadamente R$ 200 mil. Segundo integrantes do comitê, a consequência mais importante da ligação das redes é a possibilidade de construir mais banheiros no Morumbi.

Fonte: Lancenet

terça-feira, 9 de março de 2010

Escritório alemão apresenta novo projeto do Morumbi

O São Paulo vai conhecer nesta terça-feira a primeira etapa do novo projeto que será apresentado à Fifa no dia 15 de abril para tornar o Morumbi apto a receber a abertura da Copa-2014.

O presidente Juvenal Juvêncio não estava disposto a realizar alterações profundas, mas as rigorosas exigências fizeram com que o clube adotasse estratégia ousada. A arquiteta alemã Silke Flassnoecker, da GMP (escritório responsável pela obra), trabalha agora no Brasil, somente em função do Morumbi.

Nesta terça, ela vai mostrar aos dirigentes tricolores o projeto mais revolucionário do processo, que prevê o rebaixamento do gramado e o “sumiço”, pelo menos visual, dos tradicionais três anéis do estádio.

No último encontro, a Fifa desaprovou a elevação das cadeiras do anel térreo. Considerou insuficiente para resolver o problema de visibilidade para o torcedor do setor.

A solução encontrada foi estender as cadeiras do anel intermediário até o nível do gramado e, com isso, “cobrir” o setor térreo, que deve ficar destinado a exigências da Fifa para a Copa, como lojas e “lounges”.

O primeiro desenho previa a ampliação somente no lado que hoje é o setor vermelho. Agora, será feito também atrás dos gols, o que segundo os coordenadores da reformulação vai aumentar a capacidade de público para a competição.

- O estimado era de 62 mil pessoas entre público e imprensa, agora será de 68 mil. Isso não vai ocorrer no setor azul, pois os principais camarotes serão preservados - explicou José Francisco Manssur, advogado integrante do Comitê Morumbi 2014.

Esta será a quarta reunião entre São Paulo e GMP em uma semana. Silke irá mostrar aos dirigentes os primeiros frutos das conversas anteriores, provavelmente já com o novo desenho e uma precisão a respeito do rebaixamento do nível do gramado.

A meta da arquiteta é melhorar a visibilidade do “novo anel térreo” sem prejudicar os espectadores das arquibancadas. A parceria terá mais de um mês para os ajustes necessários e tentar, enfim, agradar a Fifa.

Fonte: Lancenet

sexta-feira, 5 de março de 2010

Corpo de Johnny Alf é enterrado no cemitério do Morumbi

O corpo do músico Johnny Alf foi enterrado no cemitério do Morumbi por volta das 16h20 desta sexta-feira (5). Amigos e fãs fizeram uma última homenagem durante o sepultamento e cantaram a música “Eu e a brisa”, composta pelo pianista, um dos precursores da bossa nova. Uma salva de palmas encerrou a cerimônia.

O corpo do compositor foi velado na manhã desta sexta (5) no Teatro Sérgio Cardoso, na Bela Vista, região central de São Paulo, e deixou o local por volta das 14h20. O artista morreu na tarde de quinta-feira (4), em Santo André, no ABC. Ele estava internado no Hospital Estadual Mário Covas, onde passava por tratamento contra um câncer na próstata.

Amigos ilustres do compositor, entre eles Alaíde Costa e Agnaldo Timóteo, acompanharam o velório. ”Ontem [quinta-feira], ao saber da morte dele, me senti um pouco envergonhado, pois falei nos últimos tempos quatro vezes com ele ao telefone, mas não fui visitá-lo. Me senti também indignado, pois havia enviado uma carta ao [ex-]Ministro Gilberto Gil pedindo atenção especial ao caso do Johnny e não obtive resposta”, contou Agnaldo.

Acompanhado de amigos, Timóteo cantou com o violonista Benê Alves o sucesso “Eu e a brisa” durante o velório. “Johnny Alf era meu padrinho, me lançou em 1968 no Festival Internacional da Canção, quando fui premiado como revelação”, lembrou Benê. “A música do Johnny é muito bonita - conheço pelo menos umas 50.” Ele homenageou Alf com diversas canções, entre elas “Tempo de verão” e “Ilusão à toa”.

A cantora Alaíde Costa, que se apresentou ao vivo com Johnny Alf pela última vez em agosto do ano passado, estava bastante emocionada durante o velório do amigo. ”Nossa relação era muito bonita. Tenho uma admiração enorme por ele. Para mim, vai fazer muita falta. E para a música também, pois ele tem uma obra imensa”, declarou. A artista contou ainda que vai gravar em breve um CD só com músicas de Johnny Alf, que já estava nos seus planos.

Por volta das 13h30, a cantora Wanderléa, da Jovem Guarda, também apareceu para se despedir do amigo e ídolo. Ela convocou os presentes para se reunirem em volta do caixão, puxou orações e fez um discurso sobre Alf. “Eu tive a oportunidade de acompanhar a beleza da música dele. Fiquei honrada e feliz. Nosso último encontro foi lindo, cheio de amor. A vida são esses encontros maravilhosos”, disse. “Quero falar em nome da classe artística, agradecer tudo de beleza e de amor que ele deixou para nós.”

Segundo Nelson Valencia, empresário de Alf, o músico foi internado na última segunda-feira (1º), quando seu estado se agravou. A doença foi diagnosticada há 10 anos.

Valencia explica que, mesmo após saber da doença, Alf continuou a fazer shows. “Nos últimos três anos ele deu uma parada. Mas até agosto do ano passado chegou a fazer algumas pequenas apresentações”. Em maio de 2009, o compositor comemorou seus 80 anos com uma série de shows no Sesc Pinheiros, em São Paulo, ao lado de Alaíde Costa e Emílio Santiago.

Fonte: G1

sexta-feira, 5 de março de 2010

Roubos a casas no Morumbi triplicam em 2010

Os casos de roubos a residências triplicaram no Morumbi, zona sul de São Paulo, nos dois primeiros meses deste ano, em comparação com igual período de 2009. Foram 30 casos, ante 10 no ano passado. A reportagem obteve os números de ocorrências em 20 delegacias de bairros nobres da capital (veja quadro). Em 12 dos distritos policiais houve aumento dos casos, mas há regiões com queda significativa, como os Jardins. No total, são 132 ocorrências no primeiro bimestre de 2009, ante 136 neste ano.

Os dados mostram que no primeiro bimestre deste ano ocorreram 22 roubos a residências na área do 34º DP (Morumbi). No mesmo período do ano passado, foram registrados três casos. Um dos últimos ataques foi à mansão do empresário Sílvio Santos, dono do SBT, na noite de 13 de fevereiro. Já na área do 89º DP (Portal do Morumbi), a polícia relatou oito assaltos em janeiro e fevereiro deste ano, ante sete nos dois primeiros meses do ano passado. A PM diz que faz operações diariamente no Morumbi.

O levantamento aponta ainda que neste ano a sexta-feira foi o dia preferido pelos ladrões para invadir casas no Morumbi, com seis casos registrados. A Polícia Civil registrou quatro roubos às terças-feiras; quatro às quintas-feiras; quatro aos sábados; dois às segundas-feiras; um na quarta-feira e um domingo. Já no primeiro bimestre de 2009, dos três roubos na região do 34º DP, um foi em uma segunda-feira, um na quarta e outro no sábado.

Como tem dois distritos policiais, o bairro também conta com dois Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs). A presidente do Conseg do Morumbi, Júlia Titz Rezende, diz que as áreas com maior incidência desse tipo de roubo são o Jardim Rolinópolis, quase no limite com o Butantã, e a região próxima do estádio do São Paulo, nas proximidades da Favela de Paraisópolis. Segundo Júlia, a PM intensificou o patrulhamento preventivo no bairro, prendeu algumas quadrilhas e sempre faz reuniões semanais para planejar operações contra os ladrões. Ela acrescenta que os moradores também precisam ajudar e tomar algumas precauções, como instalar mais equipamentos de segurança nas casas e ter cuidado ao contratar empregados, procurando sempre obter referências e acesso às fichas de antecedentes.

Já o presidente do Conseg do Portal do Morumbi, Celso Neves Cavallini, de 65 anos, afirma que os ladrões de casas costumam ter informações das vítimas. “A PM faz o patrulhamento preventivo, mas é difícil coibir esse tipo de crime. Os ladrões são organizados, planejam a ação, sabem onde vão atacar, conhecem a rotina das vítimas, quantos empregados trabalham e quantas pessoas moram na casa”, argumenta.

Ao contrário do Morumbi, os roubos a residências diminuíram nos Jardins, zona sul, passando de quatro, no primeiro bimestre de 2009, para nenhum em janeiro e fevereiro deste ano. Situação semelhante ocorreu em Perdizes, na zona oeste. Foram cinco casos em 2009 e apenas um neste ano.

Fonte: Jornal da Tarde

quarta-feira, 3 de março de 2010

Fãs reclamam da qualidade do som no show do Coldplay no Estádio do Morumbi

A qualidade do som durante o show do Coldplay na noite de terça-feira (2) decepcionou parte do público que foi ao Estádio do Morumbi, em São Paulo. Muitos fãs da banda inglesa afirmaram que o volume permaneceu baixo durante toda a apresentação para cerca de 65 mil pessoas, de acordo com a assessoria de imprensa.

“Desde a primeira música, o som estava abafado”, conta ao G1 o administrador financeiro Diego Venites Sanchez, de 19 anos, que pagou R$ 108 (meia-entrada mais taxa) por um ingresso para a arquibancada azul, que fica do lado superior esquerdo do palco.

“Quando o Chris Martin falava com o público, não se ouvia nada. Nos intervalos entre as músicas nós vaiamos muito e pedimos para aumentar o som, mas a situação não mudou”, diz o fã, que chegou a procurar a segurança para relatar os problemas, mas não obteve retorno. “Sou fã do Colplay há muitos anos, assisti ao show da banda no Via Funchal em 2007 e foi muito bom”, lembra. “A impressão que ficou é que o Coldplay não tem estrutura para montar um show desse porte.”

O arquiteto Maurício Del Nero Oliveira, de 27 anos, pagou R$ 216 por um ingresso inteiro (incluindo a taxa) há quatro meses para a arquibancada azul e relata ter tido os mesmos problemas.

“O som estava tão baixo que dava para conversar normalmente com as pessoas ao lado”, diz. “Teve um momento em que o pessoal sentou e ficou quieto para tentar escutar alguma coisa. Foi um desastre. Em momento algum passou alguém da segurança ou da organização para explicar o que estava acontecendo.”

‘Quilômetros de distância’

“O som estava tão mal ajustado que parecia que estávamos a quilômetros de distância do estádio”, diz João Paulo Coelho, de 30 anos. O analista de sistemas, que mora em Campinas (SP), fretou uma van com mais 15 pessoas para ir ao Estádio do Morumbi e assistir ao show da arquibancada azul.

“Pagamos para assistir a uma apresentação que de fato esperávamos ser ‘de gente grande’, mas o que recebemos foi uma qualidade de som pior do que a de um barzinho. É revoltante como um item tão básico para um show tenha sido deixado de lado. Parece que a organização ficou tão preocupada com os balões, papéis picados e fogos de artifício que se esqueceu do básico.”

Procurada pelo G1 na tarde desta quarta (3), a assessoria de imprensa do evento afirmou que a organização está apurando com a equipe técnica internacional e também com a equipe nacional “para entender se houve alguma falha e onde”.

Fonte: G1

quarta-feira, 3 de março de 2010

No Estádio do Morumbi, Coldplay prova que sabe fazer show como ‘gente grande’

Das pequenas arenas aos grandes estádios: ao longo de quatro discos de estúdio, o Coldplay deixou de ser uma banda alternativa para se estabelecer entre os maiores e mais rentáveis. Se os números de venda do disco mais recente, “Viva la vida or death and all his friends” (2008), impressionam – estima-se que tenha sido o disco com mais downloads pagos até hoje –, ao vivo o grupo provou ter mesmo virado gente grande. Depois de passar pelo Rio de Janeiro no último domingo (28), o quarteto inglês fez um show grandioso para cerca de 65 mil pessoas (segundo a assessoria de imprensa) na noite desta terça-feira (2) no Morumbi, em São Paulo.

A chuva que estava prevista não caiu e até as estrelas deram as caras por volta das 21h45, quando o vocalista Chris Martin, o guitarrista Jonny Buckland, o baixista Guy Berryman e o baterista Will Champion subiram ao palco ao som de “Life in technicolor”. A canção instrumental puxou outra faixa do trabalho mais recente, “Violet hill”, quando o cantor aproveitou para agradecer em português, dar boa noite e abrir espaço para o público soltar a voz.

Os fãs que estavam na pista vip seguravam bexigas brancas, pretas e vermelhas, em homenagem aos 33 anos de Chris Martin. “Não há jeito melhor de passar o aniversário do que tocando para mais de 60 mil pessoas”, declarou. O músico ganhou ainda uma versão de “Parabéns a você” cantada em português pelo baterista.

Outras faixas do novo disco permearam todo o repertório, a exemplo de “Strawberry swing”, “Viva la vida”, “Lost!”, “Lovers in Japan” e “Death and all his friends”, mas é quando entram os antigos hits que o Coldplay se sobressai. Sentado ao piano, Chris Martin entoa “Clocks” (de “A rush of blood to the head”, de 2002), enquanto raios coloridos saem do fundo do palco em direção à plateia.

As velhas canções ganham o reforço da tecnologia: enormes bolas presas ao teto do palco recebem projeções. Já em “Yellow” os rostos dos fãs surgem no telão ao fundo, enquanto bolas amarelas flutuam sobre as cabeças na pista.

A imponente “Glass of water” quebra o transe com seu refrão mais roqueiro, enquanto o telão passa a exibir imagens abstratas em alta definição, em contraste com os uniformes militares dos integrantes da banda.

Em seguida vem um momento mais melancólico, em que Chris Martin toca piano, na introdução de “42”. A letra desliza macia; a melodia não oferece qualquer atrito aos ouvidos. O pop meigo do Colplay faz efeito, enquanto a câmera focaliza o rosto do vocalista. Sua cabeça parece flutuar na tela gigante atrás da banda, seus olhos estão fechados – a imagem perfeita do bom moço.

Mesmo quando o frontman faz dancinhas amalucadas e a banda sugere um certo caos sonoro, tudo termina com fogos de artifício, como em “Fix you”, ou até mesmo em jatos de borboletas de papel colorido.

Boas canções, como “God put a smile upon your face” e “Talk”, ganham um acabamento eletrônico, mas o Coldplay logo retoma o clima perdido. “Hardest part”, “Postcards from far away” e “Viva la vida” formam uma sequência fofa, pronta a agradar. Sucessos mais antigos como “Shiver”, “Politik” e “The scientist” compensam canções menos inspiradas, como a inédita “Don Quixote”.

Fonte: G1

segunda-feira, 1 de março de 2010

Coldplay se apresenta amanhã no Estádio do Morumbi

A banda inglesa Coldplay desembarca amanhã para agitar milhares de fãs no Estádio do Morumbi, em apresentação única na capital paulista. O concerto faz parte  turnê que divulga o mais recente álbum do grupo, “Viva la vida or Death and all his friends”. Lançado em 2008, o CD foi o disco mais vendido naquele ano, de acodo com IFPI (International Federation of the Phonographic Industry). Ficou no topo de vendas em 36 países.

A banda do vocalista Chris Martin (que comemora 33 anos no dia do show em São Paulo)chega ao Brasil com muita popularidade e 12 anos de carreira. Além do recorde de vendas do CD “Viva la Vida”, a turnê do álbum já foi vista por aproximadamente 3 milhões de pessoas em 25 países. A fama também foi traduzida na participação em desenho animado - o que, para alguns, representa o ápice da popularidade. O Coldplay participou de um episódio dos Simpsons, já exibidos nos Estados Unidos - Homer ganha na loteria e, para comemorar, contrata os ingleses para um show particular.

Para os brasileiros, o quarteto formado por Chris Martin (piano e voz), Jonny Buckland (guitarra), Guy Berryman (baixo) e Will Champion (bateria) traz um show bastante visual. No palco, lâmpadas gigantes transmitem imagens dos músicos. Há ainda fogos de artifícios e confetes brilhantes em formato de borboleta liberados durante o show. O Coldplay esteve no Brasil em setembro de 2003, em shows no Rio e São Paulo, e também em 2007, quando fez três shows na capital paulista.

Para agradar o público agora em 2010, os ingleses tocam seus clássicos e, claro, a canção que leva o mesmo nome do disco, “Viva la vida”, bem conhecida dos brasileiros, não só pelo número de vezes que tocou nas rádios e iPods por aí, mas também porque figurou no horário nobre da TV brasileira, na trilha sonora da novela “A Favorita”, da Globo.

A universitária rio-pretense Rafaela Angelone, 19 anos, vai ao show de São Paulo na próxima terça. O disco de que ela mais gosta da banda é o último, mas espera não ouvir apenas as músicas deste álbum. “Espero que eles toquem as músicas mais conhecidas, clássicas, como ‘Clocks’.”

Abertura

A abertura dos shows do Coldplay no País será feita pela banda folk brasileira Vanguart, de Cuiabá (MT), conhecida do público rio-pretense. Quem também se apresenta antes dos ingleses no Rio e em São Paulo é o projeto Bat For Lashes, da cantora e instrumentista britância Natasha Khan.

O Coldplay chega ao Brasil depois de fazer uma apresentação na Argentina. Depois de tocar em terras brasileiras, o grupo segue seu caminho para Bogotá, na Colômbia, onde faz show no dia 4 de março. Em seguida, segue para compromissos em diferentes cidades do México, nos dias 6, 9 e 11 de março.

Coldplay no Morumbi

QUANDO: 2 de março (terça-feira)
ONDE: Estádio do Morumbi (capacidade 68 mil lugares)
HORÁRIO: 21h30
QUANTO: R$ 160 a R$ 500

Fonte: Diárioweb

segunda-feira, 1 de março de 2010

Quadrilha suspeita de assaltar condomínio no Morumbi é presa em festa

Um camarote com mulheres bonitas e bebidas à vontade na casa noturna Santa Clara, em Perdizes, zona oeste, foi o local escolhido por sete ladrões de condomínios de luxo na capital para comemorar os recentes roubos bem-sucedidos e planejar outros. Do lado de fora, eles estacionaram veículos caros, como Hyundai i30, Mercedes C-200 e Toyota Corolla. A festa acabou às 5h da madrugada desta sexta-feira, 26, quando foram presos e, por isso, deixaram de pagar a conta de R$ 4 mil.

Os líderes do bando são integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo o Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), os sete assaltantes são suspeitos de roubar oito condomínios de luxo em seis meses, incluindo o Vitória Régia, no Morumbi, invadido na última quarta-feira, e o Edifício Saint James, na Chácara Klabin, assaltado em 15 de janeiro deste ano.

As prisões de sexta-feira foram coordenadas pelo delegado Ismael Rodrigues, chefe da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio, do Deic. Ele monitorava a quadrilha havia 20 dias, conforme divulgou o JT na edição de quinta. Além dos sete presos, outras sete pessoas foram detidas. Elas também estavam no camarote da casa noturna e são averiguadas por suposto envolvimento nos roubos a condomínios.

Rodrigues explicou que os líderes do bando são Jivaldino Cabral dos Santos, o Barão, Márcio Alario Esteves, o Turin, um dos homens da cúpula do PCC, e Vagner Oliveira Guerra, o Vaguinho. Nos dois endereços de Barão, em Diadema e Santo André, no ABC, os policiais apreenderam uma pistola 9mm, joias, raquetes de tênis, um notebook, um faqueiro, seis aparelhos de telefone celular e objetos de esporte aquático, além de um veículo importado New Beetle e uma moto Honda CBR -1000.

Outro produto apreendido numa das casas de Barão, que também chamou a atenção da polícia, foi um terno azul, semelhante aos usados por assaltantes no roubo ao condomínio Vitória Régia. “Os objetos encontrados nos imóveis são produtos de roubo de condomínios. Estamos investigando se ele participou do assalto no Morumbi. A roupa é igual à usada pelos ladrões. Vamos levar as fotos na casa das vítimas para fazer o reconhecimento dos presos”, disse Ismael Rodrigues.

O delegado explicou que, em São Paulo, existem três quadrilhas de ladrões de condomínios. A que foi presa é da zona sul. As outras duas são das zonas norte e leste. Rodrigues acrescentou ainda que o Deic já tem identificados pelo menos 32 assaltantes. Todos estão foragidos. Nessa lista, figuram dois líderes, ao lado de Barão, no bando da zona sul. Eles são conhecidos como Goiaba e Castor.

Além de Barão, Turin e Vaguinho, foram presos na ação de ontem Marcelo Porfírio Guimarães, Alexandre Constantino Furtado, Felipe Salomão Delicoli e Fernando Augusto Lacerda de Oliveira. Eles foram indiciados por formação de quadrilha e porte ilegal de arma. A maioria tem passagens na polícia por roubo e tráfico.

Na Santa Clara, o bando desconfiou da presença da polícia e trocou de camisa, entre si, para tentar despistá-la. Eles estavam desarmados. Consumiram uísque, cerveja e outras bebidas caras. O gerente da casa, inconformado com o calote, cobrou do Deic os R$ 4 mil. Um policial respondeu: “Vai cobrar dos ladrões”.

Fonte: Jornal da Tarde

segunda-feira, 1 de março de 2010

Quarteto é detido após assalto a duas casas no Morumbi

Quatro suspeitos, entre eles um adolescente de 15 anos e seus dois irmãos, foram detidos, no início da madrugada deste sábado, após a quadrilha invadir duas casas na região do Morumbi, zona sul de São Paulo. As vítimas dos dois assaltos saíram ilesas.

Com uma faca e uma réplica de arma de fogo, os bandidos, todos moradores da favela do Jardim Colombo, na mesma região do assalto, invadiram a primeira casa após render uma das vítimas na rua. Um casal e a filha foram feitos reféns pelos bandidos, que, após separarem alguns objetos, pularam o muro e entraram na casa vizinha, onde outro casal foi rendido.

Na fuga, os bandidos utilizaram um Fiat Pálio Weekend verde, da primeira residência, levando uma das vítimas como refém para sacar dinheiro de caixa eletrônico, liberando-a depois.

Em patrulhamento, PMs da 2ª Companhia do 16º Batalhão, já em posse da placa e modelo do carro roubado, cruzaram com o Pálio e abordaram o adolescente, que estava ao volante.

Todos os objetos roubados, segundo o menor, já estavam na casa dele, na favela do Jardim Colombo, para onde os PMs foram e detiveram os dois irmãos do adolescente e um quarto suspeito de participação nos dois assaltos. No local, os policiais recuperaram dinheiro, joias, eletroeletrônicos em geral, malas, copos de cristal e um micro-ondas, tudo levado das duas casas.

O adolescente e um dos irmãos dele foram reconhecidos pelas vítimas. Os outros dois suspeitos prestaram depoimento no plantão do 34º Distrito Policial, da Vila Sônia, durante a madrugada.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Policiais do Deic prendem suspeitos de arrastão no Morumbi

O Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) prendeu nesta sexta-feira, 26, 14 homens acusados de integrar uma quadrilha especializada em assaltar condomínios de luxo em São Paulo. O bando é suspeito de envolvimento no arrastão ao condomínio Vitória Régia, no Morumbi, zona sul, na última quarta-feira.Na casa de um dos ladrões, policiais encontraram um terno. Foi com este tipo de roupa que os assaltantes entraram no condomínio Vitória Régia, se passando por jornalistas de uma emissora de rádio.

As prisões foram conduzidas pelo delegado Ismael Rodrigues, chefe da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio do Deic. Parte dos assaltantes é da região de Americanópolis, na zona sul. Um deles é conhecido como Barão.

Segundo o Deic, parte do bando também tem envolvimento com tráfico de drogas e furtos a caixas eletrônicos. Entre os 14 presos, sete já têm a participação confirmada em ações delituosas. O restante ainda é averiguado.

O Deic monitorava os presos há pelo menos 20 dias. Os policiais sabiam que o bando iria assaltar um condomínio esta semana. Só não descobriram o endereço por causa de um problema envolvendo um informante. Na casa de um dos criminosos também foram apreendidos objetos que podem ser produtos de roubos. O Deic deve apresentar os presos ainda hoje em entrevista coletiva.

Fonte: Agência Estado


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